Com ênfase na área de Direito Empresarial, Trevisan Merheje Advogados presta assessoria jurídica a empresas e também a pessoas físicas, nacionais e estrangeiras, nas áreas societária, tributária, imobiliária, trabalhista e previdenciário, cível, família, sucessões e penal. Em sua organização, tem capacidade para assumir integralmente os assuntos do dia a dia do cliente dentro de sua estrutura empresarial, bem como a carteira de ações judiciais.

O Escritório tem sob sua responsabilidade casos que envolvem todos os temas do direito, exigindo atuação multidisciplinar seja com relação às áreas de atividade de seus clientes, ou quanto a assuntos relativos aos sócios destas empresas, no que diz respeito aos interesses e necessidades de prestação jurídica da pessoa física.

Com sede em São Paulo, mantém parceiros como correspondentes no Brasil e exterior, com o objetivo de oferecer ao cliente atendimento completo e integrado. Seus associados, colaboradores e consultores são fluentes nos idiomas inglês, francês e italiano, aptos a negociar e redigir nessas línguas. Seus sócios possuem formação em importantes centros de ensino e experiências profissionais no exterior, atuando frequentemente em outras jurisdições.

"A força do direito deve
superar o direito da força."

Rui Barbosa

Patrocínio de defesa, ativa e passiva, em reclamações trabalhistas e em ações judiciais especiais, jornada de trabalho, contratação e demissão de funcionários, estrutura de salários e benefícios, rotinas de RH, banco de horas, folha de pagamento, planos de incentivo (participação nos resultados, bonificações, políticas remuneratórias, benefícios), Regimento Interno, autos de infração, termos de ajustamento de conduta - TAC, dispensas coletivas, negociações em mesas redondas perante as DRT’s, reuniões com representantes do Ministério do Trabalho, Ministério Público e Sindicatos para negociações de acordos ou dissídios coletivos, relações sindicais, análise de convenções e acordos coletivos de trabalho, reestruturação e redução de empregados em operações de fusões e aquisições, extinção de estabelecimentos, encerramento de atividades, representação junto aos órgãos de arbitragem.

Ações declaratórias de direitos e anulatórias de débitos fiscais previdenciários, defesas em execuções fiscais propostas pela Previdência Social (PS), Receita Federal do Brasil e Caixa Econômica Federal, recuperação de contribuições sociais indevidamente recolhidas à PS, à RFB, a Outras Entidades e ao FGTS, defesas em processos instaurados pela PS ou RFB resultantes de fiscalizações, formalização de consultas à PS e RFB para questões legais relativas à incidência de contribuições previdenciárias, acompanhamento de processos fiscalizatórios previdenciários da RFB, análise dos Programas de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) e Programas de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO) para gerenciamento e redução de contingências na questão do Fator Acidentário de Prevenção - FAP, Nexo Técnico Epidemiológico - NTEP e Adicional do Seguro contra Acidentes do Trabalho - SAT.

Análise de contratos diversos, assessoria diária à pessoa física ou jurídica para redução de contingências através da análise de estratégias aplicáveis aos casos, chances de perda, valores envolvidos, riscos e oportunidades que devam ser considerados, revisão, elaboração e negociação de contratos, comerciais ou cíveis, para a realização de negócios e atividades em âmbito doméstico e internacional: contratos de financiamento, mútuo, empréstimo, bancários padronizados, empréstimo, leasing, transporte, compra e venda, empreitada, incorporação, depósito, representação comercial, distribuição, fiança, constituição de reserva de domínio, rateio de despesas entre empresas coligadas, prestação de serviços em geral, cessão, transferência de tecnologia, parceria, rescisões contratuais e outros tipos de instrumentos que vinculem ou que prevejam a extinção da relação jurídica entre as partes contratantes.

Representação de clientes em diversos tipos de litígio, seja com relação à pessoa física que jurídica, nesta última, com ênfase na área empresarial, em particular, em matéria contratual, societária, tributária, de recuperação de crédito, bancária, de propriedade intelectual, relações de consumo, penal, imobiliária, de responsabilidade civil, seguros e demandas em face da administração pública, além de atuação em contratos com cláusulas de arbitragem e mediação. Assim, as ações típicas o escritório patrocina em nome de seus clientes são as de cobrança, monitórias, de dissolução de sociedade, responsabilidade civil, possessórias, depósito, consignação em pagamento, prestação de contas, nunciação de obra nova, despejo, execuções, exibição de documentos, medidas cautelares e demais ações relativas ao universo contencioso cível e ao dia a dia das empresas, de seus sócios e da pessoa física.

Constituição e estruturação de sociedades, associações e fundações, organização da sociedade civil de interesse público – OSCIP, obtenção de autorizações e licenças para empresas funcionarem no país, questões relativas à vinda de sócios estrangeiros ao Brasil, vistos e regularização de permanência para atuação em cargos de gerência e administração em empresas nacionais, reorganizações societárias, aquisições de participações societárias e transferências de ativos, fusões, incorporações e cisões, empresa individual de responsabilidade limitada – EIRELI, joint ventures e alianças estratégicas, assessoria na elaboração de atas, contratos sociais, estatutos sociais, alterações contratuais ou estatutárias, acordos de acionistas e de sócios, regulamentos e regimentos administrativos internos, códigos de ética, procurações e outros documentos societários de rotina das empresas.

Planejamento societário e tributário de operações do dia a dia das empresas e decorrente de aquisição de empresas, fusões, incorporações e cisões, joint ventures, incentivos fiscais, parcelamentos e similares, consultas formais de interpretação da legislação tributária aos órgãos competentes, pedido de parcelamento de processos em fase de execução de sentença ou em esfera administrativa, defesas administrativas e judiciais em autuações fiscais para contribuintes pessoas físicas e jurídicas, defesas em processos de executivos fiscais, acompanhamento de procedimentos administrativos junto ao INSS, atuação junto à Secretaria da Receita Federal e à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, Interposição de Mandado de Segurança Tributário contra a suspensão de emissão da nota fiscal eletrônica, atuação judicial ou administrativa em defesa do cliente contra o seu desenquadramento do SIMPLES.

Planejamento, estruturação, negociação e implementação de transações de compra e venda, investimento, permuta, combinação de participações societárias, aquisição de empresas, compra de ativos e outras formas de organização societária, assessoria em diligência legal (due diligence), análise, estruturação e elaboração de documentos para reorganizações societárias (fusão, cisão e incorporação), assessoria a empresas estrangeiras interessadas em realizar investimentos no país, elaboração e negociação de acordos de sócios e acordos de acionistas, defesa dos direitos dos acionistas, regras e princípios de governança corporativa, elaboração e negociação de acordos de investimento, elaboração e revisão de documentos preparatórios às operações de fusão e aquisição, tais como contratos, atos societários, protocolos de intenções e memorandos de entendimentos (“ME” ou “MOU”) e preparação de sociedades para venda.

Contratos imobiliários relacionados a imóveis urbanos (locação, comodato, permuta, construção civil, instituição de direito de superfície, contratos de empreitada, administração e gerenciamento, servidão, usufruto); a imóveis rurais (arrendamento e parceria rural, instituição de direito de superfície, contratos agrários, garantias rurais - penhor agrícola, hipoteca de imóvel rural), contratos de compra e venda de bens móveis e imóveis, de garantia real (hipotecas, penhores) e fidejussória (fianças), auditorias imobiliárias para analisar a situação legal do imóvel e toda a cadeia dominial envolvida; estruturação de investimentos estrangeiros em imóveis: Investimento Direto, Sociedades de Propósito Específico, Fundo de Investimento Imobiliário e Fundo de Investimento em Participações; participação ativa em operações de fusões e aquisições relacionadas aos aspectos imobiliários de tais operações.

Atuação na defesa e representação das pessoas jurídicas e das pessoas físicas ligadas às pessoas jurídicas no âmbito criminal, tais como, inquéritos policiais ou processos criminais decorrentes de acusações de sonegação fiscal, acidentes de trabalho, crimes contra o meio ambiente, crimes contra a ordem econômica, crime contra as relações de consumo, crime contra a honra, crime de violação de direito autoral e de marcas e patentes, crime de concorrência desleal, crime falimentar, crime contra a ordem previdenciária e contra a organização do trabalho, orientação e defesa dos interesses dos clientes vítimas de fraudes corporativas praticadas por terceiros ou funcionários; elaboração ou adaptação de programas de prevenção à corrupção sob o Foreign Corrupt Practices Act - FCPA e demais normas internacionais anticorrupção.

Representação de clientes em esfera judicial e extrajudicial (administrativa) em relações de parentesco, casamento (regime de bens e pacto antenupcial e alteração do regime de bens no curso do matrimônio), união estável (reconhecimento e dissolução), anulação de casamento, medida cautelar de arrolamento de bens, medida cautelar de separação de corpos, divórcio, partilha de bens, alimentos (pedido de concessão, revisão, exoneração e execução), guarda e regulamentação de visita de menores, doação, interdição, tutela e curatela, sucessão, testamento, inventário e arrolamento, sobrepartilha de bens não incluídos no inventário ou no arrolamento, filiação (adoção e investigação de paternidade), alienação parental, reconhecimento de união homoafetiva, cessão de direitos hereditários, planejamento (tributário e) sucessório e doações em vida.

“O FIM DO DIREITO NÃO É ABOLIR NEM RESTRINGIR,
MAS PRESERVAR E AMPLIAR A LIBERDADE.”

John Locke

Ações de recuperação extrajudicial e judicial, aquisição e venda de empresas em dificuldades financeiras, recuperação de créditos em face de empresas em processo de recuperação ou falência, execuções contra a devedora principal e coobrigados e demais medidas judiciais visando a preservação do crédito, orientação na renovação ou renegociação de empréstimos bancários e na estruturação de financiamento, reestruturação de dívidas, reorganização societária de empresas em crise financeira - aspectos bancários, contratuais, contingências processuais, societárias, tributárias, previdenciárias, trabalhistas e de responsabilidade civil.

Na esfera da prevenção de infrações ao direito do consumidor, atuamos na estruturação e revisão de contratos que envolvam relações de consumo, em questões de responsabilidade, práticas comerciais e de proteção contratual, em procedimentos administrativos, inclusive na celebração de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC) perante os órgãos de defesa do consumidor; no campo litigioso, atuamos no ajuizamento de ações e acompanhamento processual junto ao Procon, Delegacias do Consumidor, Ministério Público, Juizados Especiais Cíveis e Justiça Comum.

Assessoria em todos os procedimentos para registro e proteção de marca, patente, software, direito autoral, nome de domínio, desenho industrial e indicação geográfica, acompanhamento no Brasil e exterior destes registros; elaboração, análise, negociação e averbação de contratos envolvendo licença e cessão de direitos de propriedade intelectual, contratos envolvendo licença de uso de imagem, nome e conteúdos; contratos de distribuição, franquia e transferência de tecnologia; atuação em ações judiciais, cíveis e criminal; atuação em processos administrativos no âmbito do INPI, CONAR e ANVISA.

Contratos de patrocínio, de licenciamento de marca e naming rights, contratos de licença de uso de imagem, redação de contrato de trabalho para atletas e de co-gestão; assessoria aos patrocinadores do esporte e empresas interessadas em investir no segmento esportivo e aos patrocinados; litígios relacionados a contratos de trabalho e/ou direito de uso de imagem de atletas; no setor de entretenimento, o escritório atua na proteção à propriedade intelectual e na distribuição da comercialização de conteúdos, exploração de direitos de mídia, organização de eventos e resolução de litígios.

Apresentação ou defesa de eventuais impugnações, recursos e outras medidas judiciais; pedidos de registro de candidaturas, acompanhamento de ações que envolvam partidos políticos, políticos e candidatos; defesa de assuntos relativos à doação eleitoral; sustentações orais e condução de audiências com desembargadores e ministros responsáveis pelos julgamentos nas Cortes Regionais e no Tribunal Superior Eleitoral, outros procedimentos que envolvam o processo eleitoral; orientação a clientes a respeito das regras de financiamento de campanha e questões relativas a registro de partidos políticos.

Estruturas de exportação e importação (regimes aduaneiros) - contratos, aplicação da legislação aduaneira, acordos comerciais e barreiras, regras de origem, controle de exportações e trade compliance, licenciamento de importação, classificação fiscal, valoração aduaneira, ex tarifário, pleitos de alteração tarifária permanente e provisória da Tarifa Externa Comum (TEC), tratados internacionais (bilaterais, regionais ou multilaterais), negociações comerciais internacionais em geral envolvendo diferentes jurisdições, acompanhamento do trabalho de transportadores, agentes e despachantes aduaneiros contratados.

Revisão e elaboração de apólices, revisão e auxílio na negociação de acordos operacionais entre seguradoras e detentores de canais de comercialização (corretores, redes de varejo e concessionárias de serviços público) em todos os ramos de seguros e resseguros, incluindo planos de saúde e de previdência privada, suporte para a interpretação e cumprimento das normas editadas pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, atuação na regulação de sinistros, elaboração de defesas e acompanhamento de processos administrativos perante a SUSEP e a ANS.

Representação em procedimentos arbitrais, representação em juízo em medidas que visam garantir a efetividade do procedimento arbitral, representação em procedimentos de mediação, elaboração e revisão de cláusulas compromissórias e de resolução de disputas em todos os tipos de contratos, considerando a legislação e estrutura mais eficiente para a solução do conflito, a validade das cláusulas, processos e decisões arbitrais para fins de ratificação e execução no Brasil, execução de sentenças arbitrais domésticas, ajuizamento de medidas preparatórias e urgentes, procedimentos para anulação de sentenças arbitrais.

Licitações e contratos públicos, assessoria em processos de licitação em geral (concorrência, pregão, tomadas de preço e cartas convite), contencioso administrativo e judicial (consultas, impugnações e recursos), obtenção e regularização de licenças e demais autorizações administrativas junto a órgãos públicos e agências reguladoras, certificação de produtos e equipamentos, regularização de estabelecimentos, assessoria na obtenção e regularização de licenças e cadastros junto a órgãos públicos e agências reguladoras em geral, registro e certificação de produtos e equipamentos perante INMETRO, ANVISA, ANP e Polícia Federal.

Acompanhamento de projetos de lei, legislação pertinente, comissões parlamentares, notícias e tendências, elaboração de estratégias de convencimento junto a tomadores de decisão, assessoramento no contato com autoridades e agentes públicos, auxílio na defesa dos interesses dos clientes vis-à-vis governo em todos os seus órgãos, ministérios e agências reguladoras, alinhamento das oportunidades de relações governamentais com a estratégia da empresa e elaboração de plano estratégico defensivo, preventivo e propositivo, e sua implementação.

A partir do dia 4 de janeiro de 2012 entrará em vigor a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas. Trata-se de uma certidão diferenciada daquela já existente na Justiça. Esta nova certidão aponta as empresas que não estão cumprindo com o pagamento dos processos trabalhistas em fase de execução (após a sentença transitada em julgado), ou […]

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A partir do dia 4 de janeiro de 2012 entrará em vigor a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas.

Trata-se de uma certidão diferenciada daquela já existente na Justiça. Esta nova certidão aponta as empresas que não estão cumprindo com o pagamento dos processos trabalhistas em fase de execução (após a sentença transitada em julgado), ou seja, que estão em débito perante a Justiça do Trabalho.

A certidão existente atualmente aponta as empresas que estão apenas respondendo a uma reclamatória trabalhista. Isso não quer dizer que elas estejam inadimplentes ou tenham algum desabono.

A Certidão Negativa de Débitos Trabalhista (nova certidão), aponta as empresas inadimplentes e será obrigatória para as pessoas jurídicas que desejarem contratar com a Administração Pública ou participar de programas de incentivos fiscais.

Mesmo para as empresas que não realizam negócios com o setor público, a certidão terá grande importância, pois será necessária sua apresentação nos casos de alienação ou oneração de um bem imóvel, redução de capital social, cisão total ou parcial, transformação ou extinção, e transferência de cotas de sociedades de responsabilidade limitada.

A Presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.619 de 2012 que regulamenta a profissão de motorista profissional, alterando inclusive a Consolidação das Leis do Trabalho. Encaminhamos abaixo o inteiro teor da lei para conhecimento de nossos clientes. LEI Nº 12.619, 30 DE ABRIL DE 2012 Publicada no DOU de 02/05/2012 Dispõe sobre o exercício da […]

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A Presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.619 de 2012 que regulamenta a profissão de motorista profissional, alterando inclusive a Consolidação das Leis do Trabalho.

Encaminhamos abaixo o inteiro teor da lei para conhecimento de nossos clientes.

LEI Nº 12.619, 30 DE ABRIL DE 2012

Publicada no DOU de 02/05/2012

Dispõe sobre o exercício da profissão de motorista; altera a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e as Leis nºs 9.503, de 23 de setembro de 1997, 10.233, de 5 de junho de 2001, 11.079, de 30 de dezembro de 2004, e 12.023, de 27 de agosto de 2009, para regular e disciplinar a jornada de trabalho e o tempo de direção do motorista profissional; e dá outras providências.

A PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º É livre o exercício da profissão de motorista profissional, atendidas as condições e qualificações profissionais estabelecidas nesta Lei.

Parágrafo único. Integram a categoria profissional de que trata esta Lei os motoristas profissionais de veículos automotores cuja condução exija formação profissional e que exerçam a atividade mediante vínculo empregatício, nas seguintes atividades ou categorias econômicas:

I – transporte rodoviário de passageiros;

II – transporte rodoviário de cargas;

III – (VETADO);

IV – (VETADO).

Art. 2º São direitos dos motoristas profissionais, além daqueles previstos no Capítulo II do Título II e no Capítulo II do Título VIII da Constituição Federal:

I – ter acesso gratuito a programas de formação e aperfeiçoamento profissional, em cooperação com o poder público;

II – contar, por intermédio do Sistema Único de Saúde – SUS, com atendimento profilático, terapêutico e reabilitador, especialmente em relação às enfermidades que mais os acometam, consoante levantamento oficial, respeitado o disposto no art. 162 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943;

III – não responder perante o empregador por prejuízo patrimonial decorrente da ação de terceiro, ressalvado o dolo ou a desídia do motorista, nesses casos mediante comprovação, no cumprimento de suas funções;

IV – receber proteção do Estado contra ações criminosas que lhes sejam dirigidas no efetivo exercício da profissão;

V – jornada de trabalho e tempo de direção controlados de maneira fidedigna pelo empregador, que poderá valer-se de anotação em diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo, nos termos do § 3º do art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, ou de meios eletrônicos idôneos instalados nos veículos, a critério do empregador.

Parágrafo único. Aos profissionais motoristas empregados referidos nesta Lei é assegurado o benefício de seguro obrigatório, custeado pelo empregador, destinado à cobertura dos riscos pessoais inerentes às suas atividades, no valor mínimo correspondente a 10 (dez) vezes o piso salarial de sua categoria ou em valor superior fixado em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Art. 3º O Capítulo I do Título III da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido da seguinte Seção IV-A:

TÍTULO III

CAPÍTULO I

Seção IV-A Do Serviço do Motorista Profissional

(Seção incluída pela Lei nº 12.619/2012 – DOU 02/05/2012)

Art. 235-A. Ao serviço executado por motorista profissional aplicam-se os preceitos especiais desta Seção.

Art. 235-B. São deveres do motorista profissional:

I – estar atento às condições de segurança do veículo;

II – conduzir o veículo com perícia, prudência, zelo e com observância aos princípios de direção defensiva;

III – respeitar a legislação de trânsito e, em especial, as normas relativas ao tempo de direção e de descanso;

IV – zelar pela carga transportada e pelo veículo;

V – colocar-se à disposição dos órgãos públicos de fiscalização na via pública;

VI – (VETADO);

VII – submeter-se a teste e a programa de controle de uso de droga e de bebida alcoólica, instituído pelo empregador, com ampla ciência do empregado.

Parágrafo único. A inobservância do disposto no inciso VI e a recusa do empregado em submeter-se ao teste e ao programa de controle de uso de droga e de bebida alcoólica previstos no inciso VII serão consideradas infração disciplinar, passível de penalização nos termos da lei.

Art. 235-C. A jornada diária de trabalho do motorista profissional será a estabelecida na Constituição Federal ou mediante instrumentos de acordos ou convenção coletiva de trabalho.

§ 1º Admite-se a prorrogação da jornada de trabalho por até 2 (duas) horas extraordinárias.

§ 2º Será considerado como trabalho efetivo o tempo que o motorista estiver à disposição do empregador, excluídos os intervalos para refeição, repouso, espera e descanso.

§ 3º Será assegurado ao motorista profissional intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição, além de intervalo de repouso diário de 11 (onze) horas a cada 24 (vinte e quatro) horas e descanso semanal de 35 (trinta e cinco) horas.

§ 4º As horas consideradas extraordinárias serão pagas com acréscimo estabelecido na Constituição Federal ou mediante instrumentos de acordos ou convenção coletiva de trabalho.

§ 5º À hora de trabalho noturno aplica-se o disposto no art. 73 desta Consolidação.

§ 6º O excesso de horas de trabalho realizado em um dia poderá ser compensado, pela correspondente diminuição em outro dia, se houver previsão em instrumentos de natureza coletiva, observadas as disposições previstas nesta Consolidação.

§ 7º ( VETADO).

§ 8º São consideradas tempo de espera as horas que excederem à jornada normal de trabalho do motorista de transporte rodoviário de cargas que ficar aguardando para carga ou descarga do veículo no embarcador ou destinatário ou para fiscalização da mercadoria transportada em barreiras fiscais ou alfandegárias, não sendo computadas como horas extraordinárias.

§ 9º As horas relativas ao período do tempo de espera serão indenizadas com base no salário-hora normal acrescido de 30% (trinta por cento).

Art. 235-D. Nas viagens de longa distância, assim consideradas aquelas em que o motorista profissional permanece fora da base da empresa, matriz ou filial e de sua residência por mais de 24 (vinte e quatro) horas, serão observados:

I – intervalo mínimo de 30 (trinta) minutos para descanso a cada 4 (quatro) horas de tempo ininterrupto de direção, podendo ser fracionados o tempo de direção e o de intervalo de descanso, desde que não completadas as 4 (quatro) horas ininterruptas de direção;

II – intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição, podendo coincidir ou não com o intervalo de descanso do inciso I;

III – repouso diário do motorista obrigatoriamente com o veículo estacionado, podendo ser feito em cabine leito do veículo ou em alojamento do empregador, do contratante do transporte, do embarcador ou do destinatário ou em hotel, ressalvada a hipótese da direção em dupla de motoristas prevista no § 6º do art. 235-E.

Art. 235-E. Ao transporte rodoviário de cargas em longa distância, além do previsto no art. 235-D, serão aplicadas regras conforme a especificidade da operação de transporte realizada.

§ 1º Nas viagens com duração superior a 1 (uma) semana, o descanso semanal será de 36 (trinta e seis) horas por semana trabalhada ou fração semanal trabalhada, e seu gozo ocorrerá no retorno do motorista à base (matriz ou filial) ou em seu domicílio, salvo se a empresa oferecer condições adequadas para o efetivo gozo do referido descanso.

§ 2º ( VETADO).

§ 3º É permitido o fracionamento do descanso semanal em 30 (trinta) horas mais 6 (seis) horas a serem cumpridas na mesma semana e em continuidade de um período de repouso diário.

§ 4º O motorista fora da base da empresa que ficar com o veículo parado por tempo superior à jornada normal de trabalho fica dispensado do serviço, exceto se for exigida permanência junto ao veículo, hipótese em que o tempo excedente à jornada será considerado de espera.

§ 5º Nas viagens de longa distância e duração, nas operações de carga ou descarga e nas fiscalizações em barreiras fiscais ou aduaneira de fronteira, o tempo parado que exceder a jornada normal será computado como tempo de espera e será indenizado na forma do § 9º do art. 235-C.

§ 6º Nos casos em que o empregador adotar revezamento de motoristas trabalhando em dupla no mesmo veículo, o tempo que exceder a jornada normal de trabalho em que o motorista estiver em repouso no veículo em movimento será considerado tempo de reserva e será remunerado na razão de 30% (trinta por cento) da hora normal.

§ 7º É garantido ao motorista que trabalha em regime de revezamento repouso diário mínimo de 6 (seis) horas consecutivas fora do veículo em alojamento externo ou, se na cabine leito, com o veículo estacionado.

§ 8º ( VETADO).

§ 9º Em caso de força maior, devidamente comprovado, a duração da jornada de trabalho do motorista profissional poderá ser elevada pelo tempo necessário para sair da situação extraordinária e chegar a um local seguro ou ao seu destino.

§ 10. Não será considerado como jornada de trabalho nem ensejará o pagamento de qualquer remuneração o período em que o motorista ou o ajudante ficarem espontaneamente no veículo usufruindo do intervalo de repouso diário ou durante o gozo de seus intervalos intrajornadas.

§ 11. Nos casos em que o motorista tenha que acompanhar o veículo transportado por qualquer meio onde ele siga embarcado, e que a embarcação disponha de alojamento para gozo do intervalo de repouso diário previsto no § 3º do art. 235-C, esse tempo não será considerado como jornada de trabalho, a não ser o tempo restante, que será considerado de espera.

§ 12. Aplica-se o disposto no § 6º deste artigo ao transporte de passageiros de longa distância em regime de revezamento.

Art. 235-F. Convenção e acordo coletivo poderão prever jornada especial de 12 (doze) horas de trabalho por 36 (trinta e seis) horas de descanso para o trabalho do motorista, em razão da especificidade do transporte, de sazonalidade ou de característica que o justifique.

Art. 235-G. É proibida a remuneração do motorista em função da distância percorrida, do tempo de viagem e/ou da natureza e quantidade de produtos transportados, inclusive mediante oferta de comissão ou qualquer outro tipo de vantagem, se essa remuneração ou comissionamento comprometer a segurança rodoviária ou da coletividade ou possibilitar violação das normas da presente legislação.

Art. 235-H. Outras condições específicas de trabalho do motorista profissional, desde que não prejudiciais à saúde e à segurança do trabalhador, incluindo jornadas especiais, remuneração, benefícios, atividades acessórias e demais elementos integrantes da relação de emprego, poderão ser previstas em convenções e acordos coletivos de trabalho, observadas as demais disposições desta Consolidação.

Art. 4º O art. 71 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte § 5º:

Art. 71.

§ 5º Os intervalos expressos no caput e no § 1º poderão ser fracionados quando compreendidos entre o término da primeira hora trabalhada e o início da última hora trabalhada, desde que previsto em convenção ou acordo coletivo de trabalho, ante a natureza do serviço e em virtude das condições especiais do trabalho a que são submetidos estritamente os motoristas, cobradores, fiscalização de campo e afins nos serviços de operação de veículos rodoviários, empregados no setor de transporte coletivo de passageiros, mantida a mesma remuneração e concedidos intervalos para descanso menores e fracionados ao final de cada viagem, não descontados da jornada.

Art. 5º A Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro, passa a vigorar acrescida do seguinte Capítulo III-A:

CAPÍTULO III-A DA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS POR MOTORISTAS PROFISSIONAIS

Art. 67-A. É vedado ao motorista profissional, no exercício de sua profissão e na condução de veículo mencionado no inciso II do art. 105 deste Código, dirigir por mais de 4 (quatro) horas ininterruptas.

§ 1º Será observado intervalo mínimo de 30 (trinta) minutos para descanso a cada 4 (quatro) horas ininterruptas na condução de veículo referido no caput, sendo facultado o fracionamento do tempo de direção e do intervalo de descanso, desde que não completadas 4 (quatro) horas contínuas no exercício da condução.

§ 2º Em situações excepcionais de inobservância justificada do tempo de direção estabelecido no caput e desde que não comprometa a segurança rodoviária, o tempo de direção poderá ser prorrogado por até 1 (uma) hora, de modo a permitir que o condutor, o veículo e sua carga cheguem a lugar que ofereça a segurança e o atendimento demandados.

§ 3º O condutor é obrigado a, dentro do período de 24 (vinte e quatro) horas, observar um intervalo de, no mínimo, 11 (onze) horas de descanso, podendo ser fracionado em 9 (nove) horas mais 2 (duas), no mesmo dia.

§ 4º Entende-se como tempo de direção ou de condução de veículo apenas o período em que o condutor estiver efetivamente ao volante de um veículo em curso entre a origem e o seu destino, respeitado o disposto no § 1º, sendo-lhe facultado descansar no interior do próprio veículo, desde que este seja dotado de locais apropriados para a natureza e a duração do descanso exigido.

§ 5º O condutor somente iniciará viagem com duração maior que 1 (um) dia, isto é, 24 (vinte e quatro) horas após o cumprimento integral do intervalo de descanso previsto no § 3º.

§ 6º Entende-se como início de viagem, para os fins do disposto no § 5º, a partida do condutor logo após o carregamento do veículo, considerando-se como continuação da viagem as partidas nos dias subsequentes até o destino.

§ 7º Nenhum transportador de cargas ou de passageiros, embarcador, consignatário de cargas, operador de terminais de carga, operador de transporte multimodal de cargas ou agente de cargas permitirá ou ordenará a qualquer motorista a seu serviço, ainda que subcontratado, que conduza veículo referido no caput sem a observância do disposto no § 5º.

§ 8º ( VETADO).

Art 67-B. (VETADO).

Art. 67-C. O motorista profissional na condição de condutor é responsável por controlar o tempo de condução estipulado no art. 67-A, com vistas na sua estrita observância.

Parágrafo único. O condutor do veículo responderá pela não observância dos períodos de descanso estabelecidos no art. 67-A, ficando sujeito às penalidades daí decorrentes, previstas neste Código.

Art. 67-D. (VETADO).

Art. 6º A Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 – Código de Trânsito Brasileiro, passa a vigorar com as seguintes alterações:

Art. 145.

Parágrafo único. A participação em curso especializado previsto no inciso IV independe da observância do disposto no inciso III.

Art. 230.

XXIII – em desacordo com as condições estabelecidas no art. 67-A, relativamente ao tempo de permanência do condutor ao volante e aos intervalos para descanso, quando se tratar de veículo de transporte de carga ou de passageiros:

Infração – grave;

Penalidade – multa;

Medida administrativa – retenção do veículo para cumprimento do tempo de descanso aplicável;

XXIV – (VETADO).

Art. 259.

§ 3º (VETADO).

Art. 261.

§ 3º ( VETADO).

§ 4º (VETADO).

Art. 310-A. (VETADO).

Art. 7º ( VETADO).

Art. 8º ( VETADO).

Art. 9º As condições sanitárias e de conforto nos locais de espera dos motoristas de transporte de cargas em pátios do transportador de carga, embarcador, consignatário de cargas, operador de terminais de carga, operador intermodal de cargas ou agente de cargas, aduanas, portos marítimos, fluviais e secos e locais para repouso e descanso, para os motoristas de transporte de passageiros em rodoviárias, pontos de parada, de apoio, alojamentos, refeitórios das empresas ou de terceiros terão que obedecer ao disposto nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, dentre outras.

Art. 10. (VETADO).

Art. 11. (VETADO).

Art. 12. (VETADO).

Brasília, 30 de abril de 2012; 191º da Independência e 124º da República.

Apresentamos abaixo o relatório emitido pelo Sedersp acerca da reunião havida com o Denatran em 17.07.2012, na qual este Sindicato Patronal busca obter uma flexibilização da fiscalização que terá início em agosto, diante das novas exigências para exercício da profissão motofrete. Esclarecemos que, até o momento, não dispomos de informação oficial emitida pelo Denatran, dispondo […]

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Apresentamos abaixo o relatório emitido pelo Sedersp acerca da reunião havida com o Denatran em 17.07.2012, na qual este Sindicato Patronal busca obter uma flexibilização da fiscalização que terá início em agosto, diante das novas exigências para exercício da profissão motofrete.

Esclarecemos que, até o momento, não dispomos de informação oficial emitida pelo Denatran, dispondo sobre o possível acolhimento dos pedidos formulados pelo Sedersp, motivo pelo qual orientamos nossos clientes a continuarem exigindo que seus motociclistas procedam a regularização.

 

SEDERSP

Ontem, dia 17 de Julho, estiveram reunidos o Sr. Fernando Aparecido Souza, presidente do SEDERSP, a Sra Maria Cristina Hoffmann coordenadora geral do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), juntamente com os representantes das instituições SERT (Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho), DETRAN.SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo), Polícia Militar, SMT (Secretaria Municipal de Transportes), DTP (Departamento de Transportes Públicos), CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), SINDIMOTOSP, ABRACICLO, O Serviço Social do Transporte (SEST) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) e o SETCESP.

Na reunião, que teve duração de 4 horas, discutiu-se uma forma de viabilizar a fiscalização que ocorrerá no dia 04 de Agosto, onde a Lei 12.009 e suas resoluções serão fiscalizadas. Visto que não há interesse por parte dos motoboys em se regularizarem, o próprio governo e seus órgãos públicos não tem como atender a demanda dos cursos de 30 horas (o SestSenat tem vagas para 1.700 alunos por mês), a prefeitura de São Paulo também não tem como atender a demanda por licenças e cursos (a CET tem vagas para 180 alunos por mês), as empresas tem dificuldade em contratar mão de obra especializada (com curso e licença) e não investem em veículos e equipamentos.

A postura do Denatran é não adiar mais o início da fiscalização, segundo a Sra Maria Cristina Hoffmann, não podemos nos omitir diante de nossas responsabilidades, pois só no Estado de São Paulo já foram capacitados, até ontem, 9.800 profissionais e São Paulo esta sendo exemplo para todo o Brasil. Se os outros estados não estão fazendo a sua parte, terão que se responsabilizar pelos seus atos de incapacidade administrativa e dar a devida resposta a categoria e a sociedade.

Diante desse cenário o Sr. Fernando Aparecido Souza, em nome do SEDERSP, solicitou uma flexibilidade na fiscalização. A proposta consiste em dividir os itens que serão fiscalizados em duas etapas:

1° Etapa) Fiscalização do veículo e seus equipamentos;

2° Etapa) O condutor e suas licenças. Em um primeiro momento aceitar o protocolo de inscrição no curso de 30 horas, ou fiscalizar conforme o último numero da CNH, por exemplo final 1e 2 devem estar de acordo com a lei em Janeiro de 2013, 3 e 4 em Fevereiro e assim sucessivamente.

O Sr. Denis, representante do Setcesp, sugeriu que a liberação das placas vermelhas para motocicletas fossem feitas pelo Detran, não pelo DTP, assim o processo ficaria mais rápido e menos burocrático. Coronel Milton do DTP ficou de viabilizar e estudar a questão junto ao Detran e ao departamento jurídico.

Estas foram algumas sugestões e solicitações feitas ao Denatran o órgão máximo que rege as leis de trânsito do país.

O SEDERSP junto com sua diretoria está atendo a todas as questões referente ao moto-frete, não mediremos esforços e trabalharemos em conjunto para viabilizar a fiscalização e consequentemente a regulamentação do setor, que acreditamos ser essencial para o futuro de nossas empresas.

O SEDERSP está de cara nova, nova diretoria, novos valores, novos objetivos e a missão de representar as empresas de motofrete com trabalho e transparência.

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados deve aprovar o projeto de lei que reabre o prazo para adesão ao Refis da Crise, o programa de parcelamento de tributos atrasados criado em 2009 pelo governo Lula. Há duas propostas em análise. A primeira prevê a reabertura do prazo de adesão para todos […]

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados deve aprovar o projeto de lei que reabre o prazo para adesão ao Refis da Crise, o programa de parcelamento de tributos atrasados criado em 2009 pelo governo Lula.

Há duas propostas em análise.

A primeira prevê a reabertura do prazo de adesão para todos os contribuintes, pessoas físicas e jurídicas.

A segunda reabre o prazo só para aqueles que apresentaram o pedido de parcelamento, mas perderam a data para consolidação dos débitos.

Lembramos, que somente os débitos vencidos até novembro de 2008 podem entrar nesse Refis.

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“NÃO HÁ MELHOR MANEIRA DE EXERCITAR A IMAGINAÇÃO DO QUE ESTUDAR DIREITO. NENHUM POETA JAMAIS INTERPRETOU A NATUREZA COM TANTA LIBERDADE QUANTO UM JURISTA INTERPRETA A VERDADE.”

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